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 O insustentável preconceito do ser!

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MensagemAssunto: O insustentável preconceito do ser!   Sex Jul 16, 2010 1:57 pm

Não posso confirmar se o texto foi mesmo escrito pela jornalista, mas o que realmente importa aqui é a mensagem que ele passa.

Boa leitura!
Boa reflexão!

Abraço a todos.

Citação :

O insustentável preconceito do ser!


Por Rosana Jatobá

Era o admirável mundo novo! Recém-chegada de Salvador, vinha a convite de uma emissora de TV, para a qual já trabalhava como repórter. Solícitos, os colegas da redação paulistana se empenhavam em promover e indicar os melhores programas de lazer e cultura, onde eu abastecia a alma de prazer e o intelecto de novos conhecimentos.
Era o admirável mundo civilizado! Mentes abertas com alto nível de educação formal. No entanto, logo percebi o ruído no discurso:
- Recomendo um passeio pelo nosso “Central Park”, disse um repórter. Mas evite ir ao Ibirapuera nos domingos, porque é uma baianada só!
-Então estarei em casa, repliquei ironicamente.
-Ai, desculpa, não quis te ofender. É força de expressão. Tô falando de um tipo de gente.
-A gente que ajudou a construir as ruas e pontes, e a levantar os prédios da capital paulista?
-Sim, quer dizer, não! Me refiro às pessoas mal-educadas, que falam alto e fazem “farofa” no parque.
-Desculpe, mas outro dia vi um paulistano que, silenciosamente, abriu a janela do carro e atirou uma caixa de sapatos.
-Não me leve a mal, não tenho preconceitos contra os baianos. Aliás, adoro a sua terra, seu jeito de falar….
De fato, percebo que não existe a intenção de magoar. São palavras ou expressões que , de tão arraigadas, passam despercebidas, mas carregam o flagelo do preconceito. Preconceito velado, o que é pior, porque não mostra a cara, não se assume como tal. Difícil combater um inimigo disfarçado.
Descobri que no Rio de Janeiro, a pecha recai sobre os “Paraíba”, que, aliás, podem ser qualquer nordestino. Com ou sem a “Cabeça chata”, outra denominação usada no Sudeste para quem nasce no Nordeste.
Na Bahia, a herança escravocrata até hoje reproduz gestos e palavras que segregam. Já testemunhei pessoas esfregando o dedo indicador no braço, para se referir a um negro, como se a cor do sujeito explicasse uma atitude censurável.
Numa das conversas que tive com a jornalista Miriam Leitão, ela comentava:
-O Brasil gosta de se imaginar como uma democracia racial, mas isso é uma ilusão. Nós temos uma marcha de carnaval, feita há 40 anos, cantada até hoje. E ela é terrível. Os brancos nunca pensam no que estão cantando. A letra diz o seguinte:
“O teu cabelo não nega, mulata
Porque és mulata na cor
Mas como a cor não pega, mulata
Mulata, quero o teu amor”.
“É ofensivo”, diz Miriam. Como a cor de alguém poderia contaminar, como se fosse doença? E as pessoas nunca percebem.
A expressão “pé na cozinha”, para designar a ascendência africana, é a mais comum de todas, e também dita sem o menor constragimento. É o retorno à mentalidade escravocrata, reproduzindo as mazelas da senzala.
O cronista Rubem Alves publicou esta semana na Folha de São Paulo um artigo no qual ressalta:
“Palavras não são inocentes, elas são armas que os poderosos usam para ferir e dominar os fracos. Os brancos norte-americanos inventaram a palavra ‘niger’ para humilhar os negros. Criaram uma brincadeira que tinha um versinho assim:
‘Eeny, meeny, miny, moe, catch a niger by the toe’…que quer dizer, agarre um crioulo pelo dedão do pé (aqui no Brasil, quando se quer diminuir um negro, usa-se a palavra crioulo).
Em denúncia a esse uso ofensivo da palavra , os negros cunharam o slogan ‘black is beautiful’. Daí surgiu a linguagem politicamente correta. A regra fundamental dessa linguagem é nunca usar uma palavra que humilhe, discrimine ou zombe de alguém”.
Será que na era Obama vão inventar “Pé na Presidência”, para se referir aos negros e mulatos americanos de hoje?
A origem social é outro fator que gera comentários tidos como “inofensivos” , mas cruéis. A Nação que deveria se orgulhar de sua mobilidade social, é a mesma que o picha o próprio Presidente de torneiro mecânico, semi-analfabeto. Com relação aos empregados domésticos, já cheguei a ouvir:
- A minha “criadagem” não entra pelo elevador social !
E a complacência com relação aos chamamentos, insultos, por vezes humilhantes, dirigidos aos homossexuais ? Os termos bicha, bichona, frutinha, biba, “viado”, maricona, boiola e uma infinidade de apelidos, despertam risadas. Quem se importa com o potencial ofensivo?
Mulher é rainha no dia oito de março. Quando se atreve a encarar o trânsito, e desagrada o código masculino, ouve frequentemente:
- Só podia ser mulher! Ei, dona Maria, seu lugar é no tanque!
Dependendo do tom do cabelo, demonstrações de desinformação ou falta de inteligência, são imediatamente imputadas a um certo tipo feminino:
-Só podia ser loira!
Se a forma de administrar o próprio dinheiro é poupar muito e gastar pouco:
- Só podia ser judeu!
A mesma superficialidade em abordar as características de um povo se aplica aos árabes. Aqui, todos eles viram turcos. Quem acumula quilos extras é motivo de chacota do tipo: rolha de poço, polpeta, almôndega, baleia …
Gosto muito do provérbio bíblico, legado do Cristianismo: “O mal não é o que entra, mas o que sai da boca do homem”.
Invoco também a doutrina da Física Quântica, que confere às palavras o poder de ratificar ou transformar a realidade. São partículas de energia tecendo as teias do comportamento humano.
A liberdade de escolha e a tolerância das diferenças resumem o Princípio da Igualdade, sem o qual nenhuma sociedade pode ser Sustentável.
O preconceito nas entrelinhas é perigoso, porque , em doses homeopáticas, reforça os estigmas e aprofunda os abismos entre os cidadãos. Revela a ignorancia e alimenta o monstro da maldade.
Até que um dia um trabalhador perde o emprego, se torna um alcóolatra, passa a viver nas ruas e amanhece carbonizado:
-Só podia ser mendigo!
No outro dia, o motim toma conta da prisão, a polícia invade, mata 111 detentos, e nem a canção do Caetano Veloso é capaz de comover:
-Só podia ser bandido!
Somos nós os responsáveis pela construção do ideal de civilidade aqui em São Paulo, no Rio, na Bahia, em qualquer lugar do mundo. É a consciência do valor de cada pessoa que eleva a raça humana e aflora o que temos de melhor para dizer uns aos outros.

PS: Fui ao Ibirapuera num domingo e encontrei vários conterrâneos. ..

Rosana Jatobá

Rosana Jatobá é jornalista, graduada em Direito e Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia, e mestranda em gestão e tecnologias ambientais da Universidade de São Paulo. Também apresenta a Previsão do Tempo no Jornal Nacional, da Rede Globo.
Esse texto é parte da série de crônicas sobre Sustentabilidade publicada na CBN

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MensagemAssunto: Re: O insustentável preconceito do ser!   Sex Jul 16, 2010 4:08 pm


minha opinião sobre tudo isso, desculpe se em algum momento "generalisei" tudo.. mas eu particularmente adoro filosofia e preconceito é um tema q eu gosto de abordar..

fazemos isso diariamente e as vezes nem a intenção de fazê-la..
eu mesmo faço isso direto, é inevitável
a gente precisa de alguma palavra que não seja um "fdp" ou ofensa direta pra se referir á uma pessoa, xingando, e ainda sem ser uma "ofensa.."
é complicado de expressar oq eu to tentando, mas por exemplo
se eu quero xingar o Yon aqui no forum
todos sabem que ele é o meu melhor amigo e eu nunca teria a intenção de ofendê-lo propriamente dito
mas eu direto "xingo" ele de brincadeira, então n vou falar "yon seu lasarento".. eu vou falar "yon seu viadinho" ou "putinha" auhahsuhsaha

é impossível exterminar o preconceiro da sociedade, Igor;
a intenção é muito boa, e é dificil ver quem realmente defenda o preconceito, quem diga "sou preconceituoso e PRONTO", no fundo TODOS somos
a gente tem NECESSIDADE de julgar as pessoas, de "classificá-las" como bem queremos, seja essa a intenção ou não

é fácil falar "eu casaria com um negro sem problemas"
certo, isso é completamente comun
mas vc diria TODAS essas frases?

"eu aceitaria ter um filho homossexual"
"eu aceitaria ter um filho transsexual"
"eu aceitaria que meu flho se casasse como um aleijado, um deficiente mental ou um índio ( e me refiro áqueles bem clássicos )"
"eu não me afastaria de um amigo do mesmo sexo que eu se ele se apaixonasse por min, msmo que não tentasse nada além de amizade comigo"
"eu apoiaria minha filha de ser prostituta se essa fosse sua opção"
"me casaria com um católico/judeu/crente/budista/ateu/alguém de religião completamente diferente da minha"

existem MILHÕES de frases mais.. são só algumas..

se você prestar atenção, até mesmo piadinhas de falta de assunto perderiam a graça sem o preconceito,
o mundo simplesmente não poderia viver sem rebaixar uma classe, um gosto, um conceito de um outro alguém, completamente diferente do seu
ou mesmo o seu próprio

só o meu ponto de vista, NÃO estou defendendo o preconceito, só tentando ser um pouco realista quanto á ele.. é claro que a gente poderia sim diminuí-lo.. principalmente quando se admite funcionários em uma empresa ( é um exemplo onde eu costumo ver mais desse tipo de coisa.. as vezes vc é empregado pelo simples fato de ter uma aparência melhor, e não por sua real qualificação para o serviço.. )


particularmente eu tenho um problema sério com a minha família por esses assuntos, não deveria estar mencionando isso por aqui mas bem, isso chegou a ser um trabalho escolar meu
sabe quando a gente vê aquela pessoa mal-vestida na rua, com quatro filhos do lado, e logo já falamos "nossa, essaí n deve saber oq q é camisinha, nossa filha n chegue perto dessa gente aí não"
é claro que seus pais podem estar certos, sim
mas vc só por ver uma pessoa já sabe oque ela pensa, a história dela, oque ela vai fazer?
e daí passa uma ambulância e você acha o som do carro engraçado..
seus pais falam "não brinque com isso, tem um doente ali e vc tem de respeitar"
espera, eu tenho que respeitar o doente.. mas não aquela mulher pobre com os filhos? aquela mulher que não está saudável pq não tem condições e não por um acidente?

até em situações assim a gente tem preconceito.. nem sempre é por conta de raça, de crença, de escolha.. mas por condição sabe? preconceito com pobres, com velhos, até com pessoas com gostos diferentes dos seus
"ai credo olha aquele cara, que troxão.. tá usando calça vermelha, deve ser fã de Restart, que ridiculo"
"olha aquela emo ali, deve cortar os pulsos todo dia.."

é um tema maior doque parece.. e como eu disse ali no começo.. é simplesmente impossível de se extinto, mas daí fica pra você decidir se vai colocar as mãos pro alto, ou se vai tentar ao menos fazer a sua parte.. nunca se sabe quando vai acontecer com você.

@ edit
r etardado está bloqueado, q.


Última edição por Pah em Sex Jul 16, 2010 7:13 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O insustentável preconceito do ser!   Sex Jul 16, 2010 5:03 pm

Vc ta certa em alguns pontos, Pah.

É praticamente impossível encontrar qualquer pessoa hoje livre de preconceitos. Sempre vai ter algo que o incomode.
Mas nao vejo preconceito em tudo que se faz... como no humor, piadas e etc. Não considero preconceito um humorista fazer uma piada sobre loiras e ter um bom relacionamento com elas, ou fazer piada sobre gay e ser amigo de homossexuais. Isso é relativo. Contanto que nao haja um peso ruim, as palavras usadas nao sejam pejorativas ou na intenção de rebaixar. Acho que o humor pode ser usado para quebrar preconceitos.

É complicado tudo isso! Não posso me "desenhar" como livre de preconceitos, pois as perguntas que vc fez foram contundentes. Todo pai quer ter um filho "pegador", "machão", mas quando a possibilidade do filho ser homossexual passa pela cabeça, causa uma confusão mental e o desejo de que isso nao aconteça. Se acontecer, aceitar ou nao vai do perfil de cada um, da capacidade mental/intelectual/cultural, da educação, da formação.

Conheço pessoas de todas as classes, etnias, opções sexuais... nao discrimino ninguem, convivo e trato todos eles da mesma forma. Mas devo admitir que me sinto incomodado quando sou "cantado" por outro homem. Porém, diferentemente dos pitboys "machões", nao saio distribuindo porrada por ae, prefiro deixar bem claro a minha sexualidade, de forma pacifica, serena, calma e civilizada.

Não gosto de ser "cantado" por outro homem? Não.
Me sinto incomodado? Sim.
Isso faz de mim um homofobico? NÃO!
Termos pejorativos, violência, repulsa, entre outros sentimentos ruins, são homofobia.

Mas, certa vez li uma entrevista de um ativista gay do Rio de Janeiro a seguinte frase:
"Se vc estiver brincando com um amigo e chamá-lo de viadinho ou bixa, e se estiver passando um homossexual do lado e escutar... se ele quiser te denunciar por Homofobia, ele pode e deve fazer!"

Oras... isso limita a liberdade, não?
Conheço gays que brincam, se chamam de viados, bixinhas e derivados, são extremamente divertidos sem ser extremistas ou gerar alguma situação ruim.


Paralelamente, tenho amigos negros que se auto-intitulam "negões". Ficam brincando com isso, falando das vantagens de ser "negão". Falando que "negão" é bom nisso, bom naquilo. Falando inclusive do tamanho dos @#$%! Laughing
Um colega de sala da faculdade é um grande exemplo disso. Fica brincando comigo, me chamando de "brancão"... falando que o "negão" é isso ou aquilo e que "brancão" nao ta com nada.
Isso é divertido, isso é liberdade, isso é amenizar o preconceito e encarar as coisas de forma leve. Isso é sufocar o preconceito!

Outro ponto... a Re é um grande exemplo de loira que sabe levar as coisas pro lado da brincadeira. Qtas vezes ela ja brincou no TS sobre a cor do proprio cabelo? Nem preciso falar mais, né?


Enfim... o preconceito existe e devemos sufocá-lo dentro de nós. Não precisamos virar robôs e mudar nosso comportamento com quem conhecemos, temos intimidade e nos divertimos. Mas temos que tomar cuidado com os extremismos, tomar cuidado com os termos pejorativos, tomar cuidado pra nao ultrapassar os limites.
Deixar de se relacionar com outras pessoas por diferenças etnicas, sexuais, sociais e etc, é pura ignorância.

Particularmente, adoro a diversidade desse país!


Bjo! Wink

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MensagemAssunto: Re: O insustentável preconceito do ser!   Sex Jul 16, 2010 7:11 pm


Sei que isso não é levado como ofensa, igor

mas a questão é a seguinte, de TANTO fazermos piadas de negros, por exemplo, isso acaba ficando fixado na nossa cabeça, sabe? a gnt acaba fazendo piadas em momentos impróprios para pessoas que não aceitam esse tipo de coisa
eu mesmo nunca tive nenhum tipo de problema com piadas de loira, justamente como a Renata; mas por exemplo uma pessoa q vive lendo esse tipo de piada
acaba falando elas ou mesmo pensando COMO elas na hora que uma situação com uma loira de verdade ocore, entende?
não é a brincadeira em si, mas o costume dela que faz mal, ao meu ver..

e eu vejo isso pelos meus pais, sabe? eles tem o costume de brincar com esse tipo de coisa
só que depois na prática acabam tendo esse tipo de pensamento
quando você briga com uma pessoa negra por exemplo, a gente tá tão acostumado a ignorar a idéia de que estamos sendo preconceituosos que na hora de xingá-lo você usa os termos "macaco" "chocolate", por exemplo, mesmo que vc realmente queira ofender ele, mas ofender por ofender e não pela cor em si, entende?

é impossível ser isento de preconceitos.. e repito isso
porque o preconceito não está só noque você não tem escolha, como a religião de sua familia ou a cor de sua pele, mas na forma de se vestir, de se expressar, de pintar o cabelo ou até mesmo dos seus relacionamentos ( pessoas que vc anda, ou quantas vezes se casou/separou.. até essas coisas geram preconceito, de certa forma )

TODA vez em que formamos uma idéia antecipada de quem quer que seja sem tomar conhecimento daquela pessoa específica, toda vez que julgamos alguma coisa ou pessoa pela aparencia ou qlqr outro fator, é preconceito.


terei de parar de postar que logo irei viajar.. volto só no dia 20..

qdo conversei com meu professor de filosofia sobre isso.. ele me deu uma idéia desse tipo de coisa
pra vc ter noção do quão abrangente é esse tema, se vc falar "eu não gosto de ruivos" mesmo que seja um gosto pessoal, é preconceito. pq vc não conhece todos os ruivos;




e tem gente que acha que precisa de dorgas.. reflete um pouco sobre esses temas que dá o mesmo efeito e.e

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MensagemAssunto: Re: O insustentável preconceito do ser!   Sex Jul 16, 2010 7:17 pm


Ah, e por sinal
adoraria que assistissem esse video:


infelizmente só estou achando essa que não tem legendas.. qdo eu voltar eu procuro uma melhor ou baixo uma minha mesmo já q tenho o ep baixado..
yon vc sabe que cena é se puder achar pramin


é de Glee, uma série que assisto desde que lançou, e adora tratar desses temas
o Kurt é homossexual assumido desde pequeno.. o Finn é um garoto "comun", daqueles que jogam futebol, assistem basquete e tals.. a mãe do Finn e o pai do Kurt estão apaixonados e estão morando juntos, aí é os primeiros dias disso, os dois tem de dividir o quarto
o Kurt na verdade é apaixonado pelo Finn.. mas nunca tentou nada com ele.. é completamente platônico, ele sabia que o Finn se incomoda com sua presença por saber de sua opção sexual e quis agradá-lo redecorando todo o seu quarto, na tentativa de misturar os dois gostos

bom aí vcs vem oque acontece.. é uma cena em particular da série que eu gostei muito


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MensagemAssunto: Re: O insustentável preconceito do ser!   

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